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O Espiritismo

Apresentação Geral


Etimologia. – A palavra Espiritismo – em inglês, Spiritism; Spiritisme em francês – se origina do substantivo espírito, que, por sua vez, advém do vocábulo latino Spiritus, cujo significado seria o de causa ou princípio vital, ou seja, essência anímica, espírito.

O termo espiritismo foi usado amplamente a partir do século XIX para designar um corpo de doutrina ou um conjunto de princípios teóricos de cunho lógico, baseado em observações empíricas dos chamados fenômenos mediúnicos e outros cujas conclusões que postulam a sobrevivência do espírito humano à morte do corpo físico, concepção esta, porém, já encontrada na filosofia grega, em especial em Pitágoras, Platão e Plotino, assim como no Cristianismo (já que havia várias vertentes cristãos para além daquela que constituiria o corpo tradicional após Constantino e Teodósio, já no século IV) e no pensamento da Filosofia Oriental.



Características.- Por seu postulado básico de que o homem é formado de algo mais que a mera matéria física (matéria entendida no sentido clássico do termo), o Espiritismo é uma escola espiritualista. Mas enquanto existem várias escolas espiritualistas – e nem todas acreditam na sobrevivência da individualidade após a morte, embora acreditem que o homem seja formado com algo mais que a mera matéria -, o espiritismo possui algumas características distintivas, entre elas, a da idéia da sobrevivência da individualidade consciente, humana, chamada espírito, ao processo da morte biológica, mantendo suas faculdades psicológicas intelectuais e morais. Esta doutrina foi elaborada – em suas linhas mais conhecidas – na América (onde ficou conhecida como Modern Spiritualism) na Europa, particularmente na França, a partir de um conjunto de observações recolhidas por inúmeros pesquisadores independentes (Emanuel Swedenborg, Andrew Jackson Davis, Alfred Russel Wallace, William Crookes, etc.). Contudo seu melhor desenvolvimento teórico ou codificação ( ou seja, tendo seus principais pontos característicos sido sistematizados a partir de material recolhido sobre os fenômenos espíritas ) pelo educador francês Hippolite Léon Denizard Rivail (1804-1869), sob o pseudônimo de Allan Kardec. Portanto, em seu início, o espiritismo tinha um forte caráter empírico dedutivo, o que atraiu a atenção de vários cientistas – alguns famosos, como veremos mais adiante.

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Livro de Carlos Guimarães

Posteriormente, à medida que se difundia e se popularizava, esta doutrina passou a receber o impacto cultural e tradicional dos países em que adentrava, vindo a apresentar, além de suas caraterísticas empíricas com desdobramentos filosóficos, igualmente, uma característica religiosa. Esta última acabaria por se destacar mais em alguns países, principalmente no Brasil. Esta característica era, porém, estranha ao movimento em outras culturas, como a Inglaterra e a Alemanha, por exemplo. O próprio Allan Kardec enfatizou em seus escritos (O que é o Espiritismo, O Livro dos Espíritos e em alguns artigos da Revue Spirite) que o espiritismo – por se basear em observações e deduções pela comparação do material de comunicações espíritas – era um doutrina de pesquisa, científica e filosófica, com conseqüências morais, devido ao alcance psicológico que possuía ao modificar a visão de mundo das pessoas que o adotavam, mas reconhecia que poderia haver uma fase religiosa no movimento, que deveria ser, porém, passageira (Kardec, Revue Spirite, 1963, pp. 377-379).

Talvez o problema sociológico do espiritismo enquanto religião seja causado pela confusão entre os conceitos de religião e de religiosidade, uma, expressando um conjunto de regras e comportamentos estereotipados que se ligam às instituições religiosas hierarquizadas e tradicionais, e a outra, expressando um sentimento individual que é independente de se estar ou não vinculado a um movimento religioso. Como no espiritismo em sua essência não encontramos altares, sacerdotes, pastores, dogmas rígidos a serem seguidos sem contestação ou rituais, não se poderia designar o espiritismo propriamente como uma religião – pelo menos não no sentido convencional do termo -, a não ser em se admitindo um dos significados originais do termo religião, que seria o de religar o homem ao aspecto transcendente do universo, ou a Deus.

Allan Kardec, baseado nas comunicações espirituais que recebia de diversos pontos e as comparando, chegou mesmo a colocar que o Cristianismo – que paira acima das Igrejas tradicionais, que são vertentes interpretativas da mensagem do Cristo, mas válidas todas, no sentido de estimular o homem à reflexão espiritual – já era, pela profundidade de sua mensagem, suficiente para apontar os caminhos morais da humanidade, sendo os espíritas, portanto, cristãos que deveriam possuir uma visão de mundo independente do que foi implantado na mensagem de amor do Cristo pelos dogmas dos credos estabelecidos, cultivando uma visão humanista e espiritual que amadureceria e se desenvolveria sempre mais a partir da razão e da reflexão íntima de cada um.

Princípios Gerais

A doutrina espírita está baseada em alguns pontos ou princípios fundamentais, tais como:

– Existência de uma Causa Primária ou Potência Primária acima da compreensão humana, origem e fundamento da existência de tudo o que há no universo, qualquer que seja o nome que Lhe seja dada; Inteligência Suprema que escapa a qualquer tentativa humana de definição precisa (qualquer definição é apenas aproximada, projetiva e imperfeita, atendendo à necessidade de abstração e busca de compreensão humanas); Deus, enfim (o Motor Imóvel de Aristóteles);

– Existência de um Princípio inteligente, imaterial, dotado de personalidade, criado por Deus e cujas individualidades povoam o universo e que está sujeito às leias da evolução. De natureza espiritual, está, contudo, intimamente ligado ao mundo material, mas é independente e sobrevivente a este; é o espírito propriamente dito;

– Aperfeiçoamento progressivo e interrelacional dos espíritos e, por conseguinte, das diversas espécies de seres da natureza, através de experiências sucessivas e, idealmente, progressivas em níveis de complexidade orgânico-intelectual crescente, de acordo com o grau de aperfeiçoamento atingido por cada espírito, assumindo-se responsabilidades causais à medida que cresce seu grau de autoconsciência, e a responsabilidade de escolhas advinda do livre-arbítrio conquistado, e que se expressam nos eventos mais significativos de sua existência corpórea, tendências e gostos;

– Pluraridade dos mundos habitados, em vários planos de existência, possibilitando o desenvolvimento integral das aptidões e capacidades do espírito;

– Possibilidade de comunicação entre os homens “vivos” e os homens “mortos”, através de uma aptidão mais ou menos específica, chamada de mediunidade.

Este conjunto de princípios gerais, que apresentam características variadas, estabelece, por conseqüência lógica, uma filosofia de vida baseada numa visão de mundo que é bem característica dos que se professam espíritas, especialmente no que diz respeito à responsabilidade pessoal pelo próprio comportamento ético e intelectual.

Esta filosofia acaba por delinear, na vivência prática, uma estrutura moral e uma ética coerente muito próxima da visão de mundo que a Ecologia Profunda de nossos dias vem construindo: a responsabilidade pessoal e coletiva para o aperfeiçoamento pessoal e do próximo; o reconhecimento do próximo como seu semelhante e, portanto, de sua aceitação mesmo em suas diferenças; o reconhecimento da responsabilidade pelas próprias atitudes conscientes frente às pessoas e à natureza; a forte ligação afetiva e cármica, que se constrói pelos séculos, e que ligam pessoas e povos. Todos estes princípio se encontram mais ou menos explicitados na filosofia e no Cristianismo.

Existem, também, outros preceitos filosóficos mais amplos, com muito em comum com os das grandes tradições espirituais universais, como o Budismo, oHinduísmo, Druidismo e o Taoísmo, por exemplo. Do mesmo modo, a visão filosófica da doutrina é concorde com as idéas de Platão, Plotino, Orígenes e muitos outros filósofos. Entre elas está o da existência de espíritos mais aperfeiçoados, que são geralmente considerados bons espíritos, e a existência de espíritos ainda imperfeitos ou atrasados na escala evolutiva, apresentando, alguns, uma tendência à malícia e à maldade, e que, portanto, podem ser classificados relativamente como maus espíritos (uma condição temporária), da mesma forma como existem espíritos que atingiram níveis mais elevados no campo moral e intelectual, como nas sociedades humanas existem pessoa das mais variadas índoles e de diferentes qualidades e vícios. Sendo assim, por exemplo, o Cristo é considerado um espírito de extraordinário desenvolvimento espiritual, ou um espírito puro. Deste ponto de vista, entende-se a forte ênfase dada pelos espíritas à instrução e à prática da caridade e da tolerância às diferenças humanas, pois, cedo ou tarde, todos ( não necessariamente os espíritas, em primeiro lugar, pois tudo depende unicamente do esforço pessoal em se melhorar ) atingirão graus mais elevados de desenvolvimento intelecutal e moral.

Histórico -. O espiritismo, tal como se entende hoje em dia como moderno espiritismo, teve suas sementes germinadas a partir de alguns fenômenos inexplicados que começaram a pipocar na América e na Europa em fins da primeira metade do século XIX. Geralmente os fenômenos de tipitologia (pancadas sem uma causa visível definida) e efeitos físicos ocorridos na cidadezinha de Hydesville, E.U.A, em 1848, são apresentados como o marco histórico inicial do desenvolvimento espírita contemporâneo. Contudo registro de fenômenos de pancadas, movimentação de objetos, aparições e outros tipos de fatos paranormais são registrados nos anais da História desde a Antiguidade.

Porém, várias outras localidades passaram a relatar estranhos fenômenos de pancadas misteriosas e movimento de objetos que passaram a chamar a atenção das pessoas. Concomitantemente, surgiram outras manifestações de efeitos físicos por todo o mundo, dentre elas o chamado fenômeno das mesas girantes, que passou a ser explorado até mesmo em salões da sociedade.

O que de início foi encarado como leve diversão de salão, causado por forças físicas ainda inexplicáveis, chamou a atenção de alguns pesquisadores pela surpreendente manifestações de respostas “inteligentes” dadas pelas mesas às perguntas formuladas pelos participantes. Dentre estes pesquisadores, o professor francês Hippolite Léon Denizard Rivail (1804-1869) foi quem mais longe levou o estudo dos fenômenos, do que resultou a publicação de um livro de importância capital: O Livro dos Espíritos, que veio à luz em 1857, tendo o seu autor utilizado o pseudônimo de Allan Kardec. A partir daí, vários estudiosos e cientístas de renome se voltaram para o estudo do espiritismo, tendo, muitos, reconhecido publicamente a autenticidade e relevância dos fenômenos espíritas.

Dentre os mais famosos cientistas que estudaram o espiritismo entre meados do século XIX e meados do século XX, destacam-se, na Inglaterra, o biólogo Alfred Russel Wallace (1823-1913), o físico William Crookes (1832-1919), o fundador da Society for Psychical Research, William Henry Myers (1843-1901) e o físico Oliver Lodge (1851-1940); na França, grandes filósofos como Léon Denis (1846-1927) e o grande astrônomo Camille Flammarion (1842-1925), entre inúmeros outros, defendiam corajosa e abertamente o espiritismo, e o fisiólogo Charles Richet (1850-1935) se debruçou a tal ponto sobre o estudo dos fenômenos espíritas que acabou por formar uma área de estudos chamada de Metapísiquica Humana que, posteriormente, serviria de alicerce para o que hoje se chama de Parapsicologia. Na itália, destacam-se os nomes do criminólogo Césare Lombroso (1836-1909), do astrônomo Giovanni Schiaparelli (1835-1910) e, principalmente, do incansável e profícuo pesquisador Ernesto Bozzano (1861-1943), autor de livros extraordinários sobre Metapsíquica e Parapsicologia; na Alemanha, destacam-se os nomes de Karl Friedrich Zöllner (1834-1882) e do médico Alfred von Schrenck-Notzing (1832-1903), junto com o russo Alexandre Nikolaievitch Aksakov (1832-1903).

Na Suíça, os fenômenos atraíram a atenção do jovem estudante Carl Gustav Jung (1875-1969), que os utilizou em sua tese de doutoramento em medicina, e que manteve seu interesse sobre fenômenos psíquicos por toda a vida; e, na América, outro ilustre psicólogo, e filósofo, William James (1842-1910) escreveu e discutiu extensivamente sobro o tema. Estudos antropológicos e de religiões comparadas mostram que a ideia ou conceito relativos à imortalidade da alma e suas expressões, se encontram em todas as religiões, incluindo a temática correlata da comunicação dos mortos com os vivos e mesmo do retorno de um espírito à vida biológica, para progredir ou resgatar dívidas ético-morais. Por exemplo, vertentes do judaismo aceitam até hoje a idéia da reencarnação. Na Wikipédia, no verbete Reencarnação, tem-se que:

“A ideia da reencarnação, chamada gilgul, tornou-se comum na crença popular, como pode ser constatado na literatura iídiche entre os judeus ashkenazi.”

Em nosso século, particularmente na segunda metade, o espiritismo tem recebido, mesmo involuntariamente, profundas contribuições da ciência e de áreas sem vínculos com o espiritismo, como a Psicologia, especialmente a Psicologia Transpessoal, e de áreas de vanguarda como a Física Quântica, Neuropsiquiatria, e, na tecnologia, com as pesquisas em Psicotrônica e em Transcomunicação Instrumental, que é a captação e o registro de imagens e sons de espíritos – salientando-se que esta área está sendo desenvolvida por engenheiros eletrônicos, cientistas e técnicos sem nenhum ou com muito pouco contato com o espiritismo, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos. Nomes do meio da pesquisa científica, vários deles não espíritas, mas que se dedicam ao estudo de fenômenos que dão suporte aos postulados espíritas, incluem, entre outros, os de Ian Stevenson (1918-2007), chefe do departamento de estudos da consciência e psiquiatria da Universidade de Virgínia, EUA, que estudou centenas de casos de recordação espontânea de crianças (fenômeno que sugere a reencarnação) e seu substituto, Dr. Jim Tucker; Dr. Sam Parnia, Dr. Raymond Moody Jr, Dra. Elizabeth Kübler-Ross (1926-2004) e Dr. Peter Fanwyck, nos estudos de Experiências Próximas da Morte ou Experiências de Quase Morte (EQM ou, em inglês, Near Death Experiences); Dr. Karlis Osis (1917-1997), Hernani Guimarães Andrade (1913-2003) e Lawrence LeShan na área da Parapsicologia.

Portanto, a perseguição feita ao espiritismo por pessoas altamente tendenciosas, como o tristemente célebre Padre Oscar Quevedo (Clique aqui, para ver um texto sobre os pontos controversos de sua obra), que é um parapsicólogo teórico financiado pela Igreja para tentar estabelecer os fenômenos ditos espíritas em bases outras que possam desacreditar a doutrina, não se sutentam ante o desenvolvimento das ciências atuais, especialmente em relação à Psicologia Transpessoal. E, graças a Deus, ainda existem outros sacerdotes católicos – de reconhecimento internacional, como o Pe. François Brune – que estudam os fenômenos de transcomunicação instrumental e têm um ótimo contato com os espíritas.

*** Para ver o desafio científico que o Prof. Dr. Wellington Zangari fez a um Luiz Roberto Turatti e ao Padre Quevedo (e ainda não respondido), clique aqui em http://www.forumnow.com.br/vip/mensagens.asp?forum=15836&topico=2491903***

De um modo geral, os fenômenos que comumente se caracterizam comoespíritas – comunicação entre “vivos e mortos”; manifestações de poltergeists; curas pesirituais; lembrança de vidas passadas, etc – são reconhecidamente encontrados em várias partes e culturas do globo ( xamanismo, estados alterados de consciência, etc). Em nossa tradição judáico-cristã existem inúmeros exemplos, sendo o mais antigo, provavelmente, encontrado no Antigo Testamento, com o relato da visita de Saul à pitonisa (ou médium, como é encontrado em algumas vesões da Bíblia) de En-Dor, que lhe possibilitou contactar com o espírito do profeta Samuel (1 Sam 28,7-19). A história dos grandes místicos e santos católicos também é repleta de “aparições” e “vozes” que se faziam ouvir a pessoas especialmente dotadas (Joana D’Arc, Hildegard von Bingen, etc.) Isso sem falarmos nas aparições póstumas de Cristo aos discípulos nos quarenta dias após a cruxificação, onde seu espírito materializado aparecia e desaparecia de repente:

“Finalmente, apareceu Jesus aos onze, quando estavam à mesa…” (Marcos, 16,14);

“E aconteceu que, quando estavam à mesa, ele tomou o pão, abençoou-o e, tendo-o partido, lhes deu; então, se lhes abriram os olhos, e o reconehceram; mas ele desapareceu da presença deles”. (Lucas, 24, 31-32);

“Falavam ainda estas coisas quando Jesus apareceu no meio deles e lhes disse: Paz seja convosco!” (Lucas, 24, 36).

“Ao cair da tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando trancada as portas da casa onde estavam os discípulos com medo dos judeus, veio Jesus, pôs-se no meio deles e disse-lhes: Paz seja convosco!” (João, 20, 19)

A argumentação “teológica” de que não existe comunicação entre espíritos e homens, formulada pelos evangélicos e pelo Pe. Quevedo e seguidores, por esta ser proibida em Deuteronômio 18 indica mais um ponto em favor de sua veracidade, pois o eminente “parapsicólogo teórico” confunde a proibição da coisa com a coisa em si. Da mesma forma como as leis mosáicas proibiam outras coisas – devido ao grau de conscientização moral da época -, a proibição do contanto com os espíritos foi estabelecida exatamente por ser possível este contanto, o que traria muitos abusos. De qualquer forma, os Evangelhos narram o encontro de Cristo com dois mortos, Elias e o próprio Moisés, no episódio da Transfiguração – interpretado por Quevedo e seguidores como uma alegoria e não como um fato histórico em si. Mesmo que assim fosse, o que não pode ser afirmado por Quevedo, a imagem de Cristo entre os dois espíritos está lá na mesma Bíblia usada por eles para condenar o fenômeno. Para uma série de artigos científicos sobre o tema, clique aqui.

Atualmente, o espiritismo ou boa parte de suas idéias encontra-se relativamente presente por todo o mundo, embora tenha apresentado certo declínio na Europa depois das duas Grandes Guerras, tendo, recentemente, voltado a crescer. No Brasil, o movimento espírita apresenta expressivo número de participantes, sem contar os simpatizantes, e tem como orientadora a Federação Espírita Brasileira, e nomes de peso em suas fileiras, entre os quais o do grande médium, mudialmente reconhecido e respeitado, Francisco Cândido Xavier; do Professor e fundador do Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas, Dr. Hernani Guimarães Andrade, respeitadíssimo engenheiro e parapsicólogo, escritor e pesquisador internacionalmente citado, verdadeiramente reconhecido por ser dententor de inúmeros prêmios na área da Psicobiofísica, inventor de aparelhos eletrônicos para a mediação de fenômenos psíquicos e autor e co-autor de inúmeros artigos sobre parapsicologia e espiritismo publicados em todo o mundo; do grande tribuno Divaldo Pereira Franco; do pesquisador e divulador do Espiritismo Científico, Henrique Rodrigues – ganhador de prêmios em parapsicologia na Rússia e em outros países; do parapsicólogo e transcomunicador Clóvis Nunes, do saudoso comunicólogo Augusto César Vannuci, dentre inúmeros outros.

Bibliografia Sugerida

Enciclopédia Britannica-Mirador Verbete: Espiritismo,1991.
Andrade, Hernani Guimarães. Morte, Reanscimento, Evolução. Editora Cultrix/Pensamento, São Paulo, 1987.
Andrade, Hernani Guimarães. Espírito, Perispírito e Alma. Editora Cultrix/Pensamento, São Paulo, 1988.
Bozzano, Ernesto. Povos Primitivos e Manifestações Supranormais. Editora Fe, São Paulo, 1997.
Doyle, Sir Arthur Conan. História do Espiritismo, Editora Pensamento, São Paulo, 1994.
Kardec, Allan O que é o Espiritismo. FEB, São Paulo, 1986.
Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos. FEB, São Paulo, 1997.
Nunes, Clóvis. Transcomunicação. Editora Edicel, Sobradinho, DF, 1998.
Rodrigues, Henrique. A Ciência do Espírito. Editora O Clarim, Matão, 1992.
Walsh, Roger & Vaughan, Sara (orgs.) Além do Ego: Dimensões Transpessoais em Psicologia. Editora Cultrix, São Paulo, 1992.

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