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Essa expressão acima citada, atribuída a Jesus Cristo, nos coloca de volta ao eixo de centralidade para com Deus e tudo o que ele criou. Se nos é difícil entender logicamente a natureza de Deus, não será tão difícil assim experimentar os efeitos de sua ação.

Buscamos respostas que nos aliviem as angústias de não conseguirmos visualizá-lo em sua inteireza. Investigamos fenômenos, penetramos espaços, construímos, destruímos e re-construímos coisas, mas não conseguimos encontrá-lo. Onde será que ele está? Será mesmo que ele existe? Como podemos explicar tantos acontecimentos sem considerar o seu pleno, total e irrestrito saber sobre tudo? De fato o homem funde a cuca em sua busca. Não seria melhor negá-lo?

Em diversos momentos na história da humanidade, o homem sempre esteve em busca de uma solução plausível e satisfatória sobre Deus. Com o auxílio das religiões, foi possível montar alguns mapas para se chegar a Ele. Com esses mapas repletos de mistérios e assombrações, logo o homem tratou de se armar e montar os exércitos da salvação. Duras batalhas se travaram ao longo do caminho e o que se sabe... Bem... O que se sabe é que Ele ainda não foi encontrado, pelo menos da forma como foi pintado.

Na impossibilidade atual de compreender a própria essência de Deus, o mais sábio dos homens foi aquele que teve a brilhante idéia de aproximá-lo com imperfeitas comparações humanas, e disse: Deus está em toda parte; todo universo reflete sua inteligência; Seu saber, Seu poder e Seu querer são infinitos; Estamos constantemente na presença de Deus; nosso pensamento está em contato com o Seu. Deus existe.

Se você tem ainda alguma dúvida sobre a existência de Deus e deseja, portanto, encontrá-lo, te revelarei o caminho... Quanto mais você o procura ao longe, mais você o perde... Quanto mais você se aproxima, na procura, encontra.

“Quem estiver no fundo de um vale, imerso numa bruma espessa, não vê o sol; entretanto, pela luz difusa, avalia a presença do sol.” Allan Kardec.

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